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Obra busca certificação ‘verde’


Data: 23-08-2011

Da Redação

São detalhes minuciosos. Todos os caminhões e outros equipamentos que saem da obra da Arena Pantanal, em Cuiabá, são lavados para não sujar as ruas. No local da lavagem, a água passa por um processo de decantação e é reaproveitada. Até a tinta e vernizes utilizados deverão seguir uma série de exigências, como não emitir partículas tóxicas que podem prejudicar a saúde.

A madeira incorporada à edificação é certificada e os resíduos deixados por esse material ganham nova utilidade. O que virou entulho na demolição do antigo Verdão foi reciclado e aproveitado na obra como agregado no aterro e nas vias de acesso. A qualidade do ar e da terra é monitorada permanentemente e até os aparelhos de ar-condicionado são cautelosamente escolhidos e vistoriados.

Esses são apenas alguns critérios de sustentabilidade que vêm sendo aplicados no canteiro de obras do novo Verdão, em Cuiabá. O objetivo é obter a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que é um sistema de certificação de edificações que verifica e atesta a qualidade ambiental de um empreendimento. É a excelência no uso de energia e no design ambiental que dão nome à sigla LEED.

A Arena Pantanal é um dos oito estádios de futebol no Brasil que registraram seus projetos e buscam o atestado de “construção verde”.

"O LEED está presente em 127 países, mas são poucas as arenas mundiais que têm o selo verde ou que estejam na posição do Brasil na busca da certificação", afirma Felipe Faria, gerente de relações governamentais e institucionais do Green Building Council (GBC Brasil), organização não-governamental criada em 2007 para promover processos de certificação do selo LEED no país.

O selo de “obra verde” é algo novo no Brasil, mas tem ganhado destaque nos últimos três anos. Dentre os diversos benefícios para um empreendimento, a diminuição dos custos operacionais totais das edificações durante o ciclo de vida após a construção (40 a 50 anos) é o grande destaque. Nos custos de operação total estão inclusos água, luz, manutenção, investimentos em tecnologia da informação e segurança, entre outros.

Os critérios para obter a certificação englobam os seguintes aspectos da edificação: localização, eficiência energética, uso racional de água, materiais com baixo impacto ambiental, qualidade ambiental interna e inovação.

A proximidade com o Pantanal, considerado um patrimônio natural da humanidade, foi um dos fatores determinantes para escolha de Cuiabá como sede do Mundial de 2014, o que revela a importância da preservação da natureza. “Um dos nossos compromissos é realizar uma Copa do Mundo que provoque o menor impacto ambiental possível e, portanto, estamos desenvolvendo várias ações sustentáveis”, comenta o presidente da Agecopa, Eder Moraes.

As práticas sustentáveis podem resultar na economia de 30% a 50% no uso de energia e água, por exemplo. Além disso, as edificações que contemplam tais atributos reduzem cerca de 35% das emissões de CO2 em relação às edificações tradicionais. (Com assessoria)

Fonte: Diário de Cuibá


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