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Ministério Público do Trabalho notifica loja da Zara no Recife


Data: 15-09-2011

A loja da marca no Shopping Recife está sem refrigeração adequada há mais de 15 dias; MPT pede solução do problema em até 48 horas após recebimento da notificação

Da Redação do pe360graus.com


A rede Zara foi alvo de uma notificação recomendatória do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco nesta quinta-feira (15). O motivo é o fato de a loja da marca situada no Shopping Recife estar sem refrigeração adequada há mais de 15 dias. A solicitação do MPT é que o problema seja resolvido em até 48 horas após o recebimento da notificação.

Segundo as denúncias, alguns funcionários do estoque da loja trabalham sem camisa para amenizar o desconforto térmico no estabelecimento, provocado pela temperatura no interior da loja, que chega aos 32° no turno da tarde.

"O problema também acaba burlando a Resolução nº 9 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que regulamenta as condições/qualidade do ar-condicionado em ambientes de uso coletivo e determina temperaturas entre 23º C e 26º C", explicou, por meio de uma nota enviada à imprensa, o procurador do Trabalho Flávio Henrique Evangelista Gondim, responsável pela notificação.

Com o objetivo de garantir a preservação de um ambiente de trabalho saudável, o MPT solicita que a Zara providencie, dentro do prazo estabelecido, equipamentos de ar-condicionado portáteis em quantidade suficiente para a refrigeração da loja. Se isso não for possível, a loja deve suspender as atividades até regularizar a situação.

"A empresa deverá conceder aos empregados maior número de pausas durante o expediente, abrandar as metas de produtividade e liberar imediatamente os funcionários que passarem mal com o excesso de calor", afirmou Flávio Henrique Evangelista Gondim.

De acordo com uma matéria do valor OnLine publicada no G1, o diretor institucional e responsabilidade social da Zara, Jesus Echevarria, que está no Brasil, informou que, até este domingo (18), o problema no aparelho estará solucionado. Em agosto passado, a Zara enfrentou outro problema no campo trabalhista ao ser acusada de manter trabalhadores escravos em linhas de confecção de duas oficinas situadas em São Paulo.


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Os conteúdos das matérias não refletem necessariamente a opinião do Qualindoor.




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