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Aposentado registra ninho de pombos na recepção do hospital Mário Gatti


Data: 17-01-2012



Internauta flagrou paredes sujas, cadeiras e telhas quebradas

O aposentado Luiz Carlos da Silva, que acompanhou o irmão durante internação no Hospital Mário Gatti em Campinas, flagrou na recepção da sala azul um ninho de pombos. "Além das aves, a sala é escura, apertada, cheia de curativos sujos de sangue pelo chão", afirma. Um cartaz na parede da recepção informa "Estamos em reforma para melhor atendê-lo". Escrito à mão, lê-se o complemento: "há mais de um ano, ou mais”. Por falta de verbas, as reformas foram paralisadas em maio de 2011 e retomadas após nove meses com a liberação de R$ 855.599,19.

O internauta do EP Campinas também fez o registro de paredes sujas, cadeiras e telhas quebradas. Na ala azul, funciona o Pronto-Socorro e é um dos locais mais movimentados do hospital, pois recebe pacientes dos postos de saúde da cidade encaminhados para consulta e também faz atendimento de casos de menor gravidade por classificação de risco.

As imagens foram feitas no dia 8 de janeiro e as reformas da recepção e da sala foram retomadas pela administração na segunda-feira (16).

Sobre a constatação de ninhos no local, que aumenta o risco de proliferação de fungos na área, a assessoria de imprensa do hospital confirma a existência das aves. "A recepção é um local onde passam muitas pessoas, muitas famílias com crianças. Alguns pacientes alimentam esses pombos e eles permanecem lá”, afirma o assessor Carlos Lemes.

Segundo o presidente do hospital, Salvador Affonso Fernandes Pinheiro, a limpeza diária é efetuada em três turnos. O EP Campinas o questionou sobre a permanência do ninho no local e em resposta disse que "isso, não sei responder". No entanto, após ser informado tomou providências para retirar as aves do local. "Só consigo garantir que nenhum paciente foi contaminado por nenhuma bactéria aviária", completa Pinheiro.

Riscos
A bióloga Heloísa Girardi Malavasi esclarece que a permanência dos pombos contribui para a transmissão de fungos, presentes nas fezes dessas aves, que causam doenças respiratórias. "Quanto mais fechado o ambiente, úmido e sem ventilação, mais provável a contaminação", esclarece. A presença dos pombos passeando na recepção do hospital também é um problema, segundo Heloísa. "Caem penas das aves e pode haver contaminação por ácaros, pulgas e piolhos", afirma.
As medidas para conter a proliferação dos pombos é não alimentá-los e impedir os locais com barreiras físicas em que eles podem se instalar.

Segundo a Vigilância Sanitária, uma vistoria de rotina foi feita em agosto de 2011 e não foi registrada nenhuma irregularidade. Para verificar outras possíveis irregularidades será feita uma visita dos agentes nesta quarta-feira (18).

Reformas
As obras incluem melhoras estruturais na recepção da sala azul, da sala de espera e ambientação, assim como troca dos pisos e forro, além de ar condicionado, ampliação dos banheiros e compra de mobília. As portas de entrada e saída do Hospital Mário Gatti irão ganhar também revestimento corta-fogo. A previsão é de que sejam concluídas em abril deste ano.

"Deu muita tristeza, o teto faltando pedaço, tinha até goteiras perto da porta. Um hospital público com as paredes sujas e as cadeiras quebradas", conta o aposentado.



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