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Ambientes que ajudam na proliferação da gripe


Data: 24-03-2012

Quanto mais confinados, maiores as chances de ter contato com os vírus

Locais fechados e onde não há ventilação, além de ambientes em que pessoas ficam reunidas por vários dias, podem ter maior possibilidade de proliferação de doenças infectocontagiosas como a gripe. É o alerta de Jaime Rocha (CRM 17.227), infectologista do Laboratório Frischmann Aisengart. A transmissão no caso de locais fechados, como escritórios que usam ar-condicionado, é facilitada pelo contágio por via aérea. Já no caso de locais confinados como presídios, cruzeiros marítimos e escolas, a convivência de muitas pessoas em espaços restritos facilita a transmissão por contato direto com o infectado ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados.

Rocha explica que algumas das principais medidas preventivas são lavar as mãos, evitar levar as mãos ao rosto ao espirrar ou tossir (ter sempre lenços de papel) e evitar contato com pessoas com sintomas de gripe (febre, dor de garganta, tosse e dores no corpo). Caso perceba que contraiu a gripe, o infectologista orienta que a pessoa deve, a partir dos primeiros sintomas, buscar seu médico. “Cabe ao médico determinar o procedimento adequado. A orientação é a de afastamento de sete dias do trabalho para a pessoa com sintomas gripais”, afirma.

No caso de cruzeiros, o infectologista recomenda aos turistas tomarem a vacina contra o vírus Influenza antes de viajar. O Laboratório Frischmann Aisengart está oferecendo a vacina desde o dia 12 de março. Rocha lembra que quem se vacinou no ano passado deve se vacinar novamente neste ano. Esta indicação se deve, principalmente, a três fatores. Somente as pessoas que tiveram confirmadamente a doença adquiriram imunidade permanente, imunidade esta que é específica para a cepa que infectou a pessoa. “Portanto, mesmo estas pessoas continuam suscetíveis às outras cepas”, reforça. Em segundo lugar, nenhuma vacina é perfeita e 100% efetiva. “De forma bastante simplista, pode-se dizer que a eficácia média da vacina em adultos é algo em torno de 90%”, diz. Outro motivo é que os níveis de anticorpos protetores desencadeados pela vacina tendem a se reduzir gradualmente com o tempo, fazendo com que mesmo pessoas que responderam adequadamente à vacina venham a perder esta imunidade.

No casod a H1N1, que ficou mais conhecida gripe suína, Rocha argumenta que o vírus não está morto e que não podemos nos deixar enganar pelo falso momento de tranquilidade. “Devemos, sim, aproveitar a ocasião para rever todas as medidas de higiene e de hábitos saudáveis que aprendemos por ocasião da pandemia, além de tomar a vacina”, afirma. O infectologista lembra que os cuidados preventivos devem ser divulgados de todas as maneiras e para todos os públicos. “É fundamental a prevenção, não só para a gripe, mas para os outros tipos de doenças transmitidas pelo ar”, diz.

O que é a vacina contra gripe — A vacina é trivalente e protege contra os tipos A-H1N1, A-H3N2 e o B, que são os que deverão ter maior circulação no hemisfério Sul nestes próximos meses. A vacina só não é indicada para pessoas com alergia comprovada à proteína do ovo e menores de 6 meses, já que a produção é a partir de embriões de galinha. A vacina tem efeitos protetores com duração de 8 a 12 meses, os quais não iniciam imediatamente após a vacinação, mas depois de 2 a 4 semanas. As reações mais comuns, que atingem entre 10% e 20% dos vacinados, são dor no local da aplicação. Os sintomas desaparecem espontaneamente entre 24 e 72 horas após receber a dose.


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