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Sobrepeso provocou desabamento de forro em Guarulhos, diz Infraero


Data: 20-04-2012


Segundo presidente da estatal, erro foi no projeto executivo da obra.
Queda de parte do forro do terminal remoto deixou 2 feridos em dezembro

Fabio Amato Do G1, em Brasília


O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, disse nesta sexta-feira (20) que uma sobrecarga na estrutura provocou o desmoronamento de parte do forro do terminal remoto do aeroporto de Guarulhos.

O acidente aconteceu em 2 de dezembro do ano passado e levou ao adiamento do início da operação do terminal, obra contratada pela Infraero em regime emergencial para atender ao crescimento da demanda de passageiros no aeroporto no final de ano. A obra foi feita pela empreiteira Delta.

“Houve sobrecarga [da estrutura naquela parte do forro]. Foi um erro no projeto executivo feito por uma empresa que a Delta contratou para isso”, disse Vale.

O forro do terminal sustenta vários equipamentos, entre eles cabos e dutos de ar condicionado. Segundo o presidente da Infraero, o peso dos equipamentos no ponto onde houve o desabamento era maior que o previsto no projeto executivo. O forro ali não tinha estrutura suficiente para suportar todo o peso, e acabou caindo.

A conclusão, segundo Vale, é da própria Delta e de uma empresa contratada pela Infraero para investigar o acidente. De acordo com o presidente da estatal, a Delta assumiu toda a responsabilidade pelo problema e fez todas as reformas necessárias no local. Não houve aumento no preço da obra.

Desabamento
No dia 2 de dezembro, uma parte da estrutura auxiliar de sustentação dos dutos de ar condicionado do novo terminal cedeu, deixando duas pessoas feridas. O acidente aconteceu no momento em que o governo realizava uma entrevista coletiva para anunciar a antecipação da abertura do terminal.

Construído onde ficava o antigo galpão de cargas da Vasp, o novo terminal é remoto, ou seja, desconectado do aeroporto. Fica a cerca de 2 km de distância dos Terminais 1 e 2. Na prática, é o terceiro terminal de Cumbica, embora oficialmente o Terminal 3 propriamente dito ainda esteja em fase de terraplenagem. O Terminal 3 será uma obra da iniciativa privada, tocada pela empresa que ganhar a concessão de Cumbica.

Segundo a Infraero, o novo terminal tem área de 12,2 mil metros quadrados e o valor do investimento é de R$ 85,7 milhões.

As obras do novo terminal começaram em julho e, em setembro, chegaram a ser paralisadas por determinação da Justiça Federal por “contratação sem licitação” da empresa responsável pelo serviço, a Delta Construções S/A. No dia 14 de setembro, entretanto, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região determinou a retomada das obras por entender que a construção tem caráter emergencial, o que justifica a dispensa de licitação.


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