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QAI: O controle e a saúde ocupacional


Data: 15-08-2010

De acordo com a OMS – Organização Mundial de Saúde – cerca de 45% da população mundial e cerca de 58% da população acima de 10 anos de idade faz parte da força de trabalho. Desta forma, a saúde do trabalhador e a saúde ocupacional são pré-requisitos para a produtividade e são de suma importância para o desenvolvimento socioeconômico sustentável.
Ainda segundo a OMS, os maiores desafios para a saúde do trabalhador atualmente e no futuro são os problemas ligados às novas tecnologias de informação e automação, novas substâncias químicas e energias físicas, riscos de saúde associados a novas biotecnologias, transferência de tecnologias perigosas, envelhecimento da população trabalhadora, problemas especiais dos grupos vulneráveis (doenças crônicas e deficientes físicos), incluindo migrantes e desempregados, problemas relacionados com a crescente mobilidade dos trabalhadores e ocorrência de novas doenças ocupacionais de várias origens.
A saúde ocupacional é uma importante estratégia não somente para garantir a saúde dos trabalhadores, mas também para contribuir positivamente para a produtividade, qualidade dos produtos, motivação e satisfação do trabalho e, portanto, para a melhoria geral na qualidade de vida dos indivíduos e da sociedade como um todo. Na atualidade, as organizações buscam aperfeiçoar-se através de modelos de gestão, incorporando conceitos de boas práticas.

Para Charles Domingues, consultor técnico da Bioquality Consultoria e Serviços, antes de falar sobre a saúde do usuário, ar condicionado e manutenção dos equipamentos, é preciso entender o termo “Síndrome Do Edifício Doente (SED)”, o mesmo usado para descrever situações de desconforto laboral e/ou de problemas agudos de saúde referidos pelos trabalhadores, que podem estar relacionados com a permanência no interior de alguns edifícios climatizados artificialmente. Refere-se à relação entre causa e efeito das condições ambientais observadas em áreas internas, e os vários níveis de alterações da saúde de seus ocupantes através de fontes poluentes de origem física, química e/ou microbiológica.

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