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O carpete e a saúde


Data: 10-08-2010

A qualidade interna do ar dos escritórios é um tema sempre em pauta entre os envolvidos em facility management.

O foco de discussão, entretanto, costuma ser o sistema de ar condicionado, relegando a segundo plano um item primordial para a qualidade do ar: o carpete – que age como um imã de sujidades, capturando grandes quantidades de partículas de pó, ácaros e pólen.

O carpete representa um problema com várias facetas para o profissional de facility. Suas vantagens acústicas e estéticas são indiscutíveis, mas sua manutenção ainda é vista com ressalvas. Isso se deve ao fato do carpete exigir uma manutenção diária e não simplesmente esporádica, feita por uma equipe que tenha em seu arsenal de limpeza um aspirador criado especificamente para aquele carpete. Esse aspirador deve ter cerdas rotativas, movidas por força mecânica e com bolsas filtrantes e descartáveis. Um aspirador que usa o método da sucção consegue retirar apenas 15% da sujidade do carpete e ainda devolve ao ambiente partículas, que são as principais causadoras de alergia.

Muitas técnicas de limpeza foram desenvolvidas para acompanhar todo o avanço tecnológico do carpete. Tal avanço, porém, não foi implementado no Brasil, onde ainda hoje técnicas obsoletas são amplamente utilizadas. Estudo publicado na revista americana CS Cleaning Specialist aponta que 85% dos lavadores profissionais dos Estados Unidos utilizam o sistema de água quente em alta pressão para lavagens. Apesar de o sistema ser eficiente, ecológico e ampliar a durabilidade do carpete, seu uso no Brasil está longe de ser difundido. Ao contrário: ainda é visto por muitos com preconceito por ser um sistema de lavagem “molhada”.

Não é só a aspiração, porém, que garante um ambiente limpo. Alternativas simples – como a colocação de capachos nas entradas dos recintos, que atuam como barreiras para as sujidades, retendo ali grande parte das partículas que poderiam se alojar no carpete – podem garantir bons resultados. Nesse caso, é importante que seja dado um espaço de pelo menos quatro passos sobre o capacho para garantir a retenção de sujidades sólidas. Esses materiais também necessitam de aspirações diárias.

Além de contribuir para o ambiente, todo esse investimento em manutenção também tem um grande sentido financeiro, pois a conservação consegue triplicar a durabilidade do carpete, evitando assim a necessidade de trocá-lo com frequência – o que, além de ter um custo alto, gera impactos negativos ao ambiente. Cada metro quadrado de carpete depositado em um aterro sanitário leva, em média, 50 anos para se decompor.

Agora sim! Com a devida manutenção, o carpete estará aspirado e limpo corretamente. Ele deixa de ser um elemento problemático para se tornar parte da solução para uma melhor qualidade interna do ar.


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Os conteúdos das matérias não refletem necessariamente a opinião do Qualindoor.




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