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Doente infectada com legionella morreu no hospital de Bragança


Data: 16-05-2012

Uma mulher de 43 anos morreu no hospital de Bragança depois de ter sido infectada com a bactéria da legionella presente na água de um dos pisos da unidade hospitalar, confirmou hoje à Lusa o gabinete de comunicação.

Segundo a fonte, a mulher deu entrada no hospital com um quadro clínico grave, devido a uma infecção na zona abdominal, o que foi posteriormente agravado com uma infecção pulmonar provocado pela bactéria da legionella.

Após 21 dias de internamento, a paciente acabou por não resistir e faleceu no domingo.

Segundo o gabinete de Comunicação do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE), onde está integrada a unidade de Bragança, “foi feito tudo o que era possível” pela doente.

Foram duas as mulheres infectadas com a legionella, no Hospital de Bragança, a mais velha das quais, já teve alta.

Foi esta última mulher que levou ao diagnóstico e à confirmação da presença da bateria da legionella na água do hospital.

A legionella pneumophila é uma bactéria associada com a contaminação do ar interior de edifícios.

O foco da contaminação era uma ala do quarto piso, o único do edifício do hospital de Bragança, com quase 40 anos, que ainda não sofreu obras e que tem ainda canalizações antigas.

A fonte confirmou que ambas as doentes deram entrada no hospital por "outros motivos" e estiveram internadas no quarto piso, onde funciona a especialidade de medicina.

O caso ocorreu há mais de duas semanas e a direcção comunicou de imediato à Delegação de Saúde Pública e à Direcção Geral da Saúde, que realizaram as análises que confirmaram a presença da legionella nas canalizações do 4º piso.

Antes mesmo de confirmar ser o foco da infecção, a unidade hospitalar procedeu à desinfecção através da injecção de água a alto impacto nas canalizações".

Depois de terem chegado os resultados positivos, foi realizada uma segunda desinfecção com cloro e lixívia concentrada e a água das torneiras do hospital só voltou a ser utilizada na sexta-feira.

A fonte referiu que não houve mais casos registados o que leva a concluir que as medidas tomadas foram suficientes para controlar a bactéria.


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