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Em Manaus, enfermeiros do HPS Dr. João Lúcio estão preocupados com infecção hospitalar


Data: 01-01-2013



24 Dez 2012 . 10:49 h . Luana Carvalho . portal@d24am.com

Profissionais que atuam no Pronto-Socorro João Lúcio denunciam ar condicionado defeituoso e suspeita de bactéria na UTI.

Manaus - Enfermeiros do Hospital Pronto Socorro Dr. João Lúcio, localizado na zona leste, suspeitam que a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do local esteja infectada por uma bactéria altamente resistente a antibióticos, a “acinetobacter”. Segundo uma enfermeira que preferiu não ter o nome publicado por medo de represálias, nove pacientes foram infectados, e desse número, cinco vieram a óbito nos últimos três meses. Além disso, ela conta que o ar-condicionado do local está com problemas.

De acordo com a enfermeira, a bactéria ameaça a vida dos pacientes debilitados e dos próprios funcionários. “Mesmo que nossa imunidade esteja boa, também corremos riscos. A insalubridade é absurda e os pacientes estão sujeitos a muitas sequelas por conta dessa bactéria”, disse.

Segundo ela, a alta temperatura causada por aparelhos de ar-condicionado defeituosos contribuiu para a proliferação da bactéria. “Ficamos a semana passada inteira com a temperatura oscilando entre 30º e 40º, e o Ministério da Saúde adverte que a temperatura de uma UTI deve ser de no máximo 22º”, informou.

Outra enfermeira do hospital, que também pediu para não ter o nome divulgado, informou que pacientes que sofrem de problemas neurológicos, como traumatismo craniano, estão mais vulneráveis. Ela contou que a temperatura corporal dos pacientes deve ser controlada, caso contrário, o aumento do metabolismo pode levar à morte ou a ter sequelas graves.

A comerciante Glacimar de Souza Lima, 41, está com o irmão internado na UTI, e também reclamou do calor e da falta de informação sobre o paciente. “Nós não sabemos o que está acontecendo, já pedi para falar com a assistente social e ela também não nos dá informações. Estamos muito aflitos”, desabafou.

A dona de casa Samara Arantes, 32, contou que precisou levar um ‘abanador’ para ventilar o primo. “Eu levo abanador, pois existem tardes que está muito quente”.

Resposta

O secretário de Estado de Saúde, Wilson Alecrim, negou que exista um surto de infecção hospitalar e afirmou, ainda, que a UTI não sofre com problemas no aparelho de ar-condicionado há 30 dias.

Não tivemos problemas com o condicionador de ar. Há um mês foi instalado um novo e o problema foi resolvido. Quanto à bactéria, não existe nenhum registro de infecção, nem de óbito. Afirmo e reafirmo que essa informação não é verídica, contestou.


Para maiores informações Clique aqui ou envie um e-mail para portal@d24am.com.

Os conteúdos das matérias não refletem necessariamente a opinião do Qualindoor.




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