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Ar-condicionado some das prateleiras e preço dispara


Data: 18-01-2013



Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Alguns modelos não estão mais disponíveis nas lojas e aparelho vira artigo de luxo

Rio - As fortes temperaturas do verão carioca fizeram as vendas de produtos típicos do calor dispararem. Comprar um ar-condicionado nas lojas do Rio está cada dia mais difícil, pois muitos modelos sumiram das lojas.



De acordo com dados do Grupo Pão de Açúcar, a alta na procura por condicionadores de ar chegou a 257% e por ventiladores a 150%, apenas na Rede Extra, numa comparação dos três últimos meses de 2012 com o mesmo período ano anterior.

A professora Juliana Rosário, junto da mãe, estava em busca de um ar-condicionado, mas conta que foi difícil encontrar. “Queremos um ar-condicionado portátil para não precisar quebrar a parede. Eu não estava achando de jeito nenhum. Por acaso, vim até a Leroy Merlin e encontrei”, comemora.

Para explicar a falta de produtos nas lojas, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico, Eletrônicos e Eletrodomésticos (Simerj), Antonio Florêncio de Queiroz, alega que a grande demanda pegou o comércio de surpresa. “A intenção de compra para o item ar- condicionado é a maior para o período desde 2009”, diz.

Para evitar a falta de produtos, Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, ressalta que o varejo precisa ficar atento à demanda. “O comércio se baseia nas vendas do verão anterior para fazer encomendas. Na maioria das vezes, quando a procura é maior que a esperada, as lojas ficam sem estoque”, fala.

COMO COMPRAR

MODELOS

Moradores de prédios devem optar por modelos Split. São de fácil instalação e evitam obras, mas custam mais caro

Os modelos convencionais exigem instalação externa e podem causar problemas, quando este for colocado na fachada.

Os portáteis, cada vez mais populares, são mais caros que outros modelos e, geralmente, não refrigeram bem o ambiente.

ECONOMIA

Ao comprar qualquer tipo de aparelho, ficar atento ao selo Procel, que indica a quantidade de consumo. Os mais recomendados são os classificados com a letra A, que gastam menos energia.

SEGURANÇA

A voltagem é de extrema importância. Alguns aparelhos consomem muita energia, o que pode sobrecarregar a rede residencial. Um curto-circuito, pode gerar um incêndio.

Pouca opção e preços altos frustram consumidores

Em busca de um novo ar-condicionado, a administradora Aniete Pereira, está com dificuldade para encontrar o aparelho. “Quero trocar meu ar-condicionado porque tem feito muito calor e o que eu tenho já é muito antigo. Está difícil encontrar alguns modelos e em alguns lugares já esgotou tudo. Onde ainda é possível encontrar, os preços estão muito altos”, diz.

Atenta, Aniete conta que algumas lojas aumentaram os preços rapidamente. “Eu estava pensando em comprar um aparelho, mas, quando resolvi, estava R$ 100 mais caro”.

Apesar da reclamação, Antônio Queiroz, do Simerj, diz que a época é boa para comprar. “A variação do ar-condicionado está abaixo da inflação geral, e os preços caíram”, garante.

Reportagem de Bruno Dutra


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