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Bactérias luminescentes testam telefones celulares


Data: 28-02-2013



zdravkom.ru


Olga Sobolevskaia


1.03.2013, 11:35, hora de Moscou


Biólogos de Moscou demonstraram que bactérias podem ajudar a avaliar os efeitos nocivos de radiações electromagnéticas.


Os cientistas da Faculdade de Biologia da Universidade Estatal Lomonossov de Moscou descobriram que mesmo uma única exposição do bacilo de cólon – a bactéria E. Coli – a radiações eletromagnéticas de telefones celulares leva à drástica diminuição da bioluminescência dessa célula.

Bactérias E. Coli com um grupo integrado de genes que conferem luminescência a bactérias luminosas de solo são há muito tempo utilizadas para o monitoramento ambiental. Em outras palavras, o bacilo de cólon testa a toxicidade da água, ar e solo. E agora ela poderá também “avaliar” os danos da radiação dos celulares.

Biólogos russos irradiavam bactérias luminescentes em diferentes estágios de crescimento com ondas eletromagnéticas com uma frequência de 905 MHz de um telefone móvel com 2 W de potência. Os cientistas mediram a intensidade da luminescência de colônias em crescimento. Os microrganismos se revelaram muito sensíveis à radiação “celular”. A intensidade de sua luminosidade diminuía algum tempo depois da exposição nociva. É precisamente pelos dados da luminescência que são avaliados os efeitos nocivos da radiação eletromagnética.

Os investigadores estão certos de que a diminuição da luminescência de colônias bacterianas indica a supressão da divisão celular. Além disso, seu metabolismo muda. Desta forma, bactérias geneticamente modificadas do bacilo de cólon podem ser usadas como biossensores – para verificar se a radiação de telefones celulares está em conformidade com as normas sanitárias.


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