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Aeroportos do Rio entram em modo Copa


Data: 18-06-2013



O terminal 1 do Aeroporto Internacional do Rio Galeão - Antonio Carlos Jobim: exemplo de ineficiência (Divulgação)

Reforços de pessoal e equipamentos a partir desta quarta-feira fazem parte do esquema para evitar atrasos e transtornos para os 33.500 que devem passar por dia pelos terminais do Galeão e Santos Dumont

Responsáveis por alguns dos fiascos recentes da infraestrutura do Rio de Janeiro, os aeroportos do Galeão e Santos Dumont são decisivos para o sucesso da Copa das Confederações e dos próximos grandes eventos na cidade. Justamente para evitar episódios como o da falta de ar-condicionado, no último verão, panes na energia ou atrasos que maculem a imagem da cidade, a Infraero vai começar, nesta quarta-feira, um esquema especial de operação dos dois terminais. Como não houve tempo de aprontar grandes mudanças no Galeão, o reforço para a Copa é basicamente o de alocar mais pessoal nas funções essenciais.

A Infraero estima que, em cada um dos três dias de jogos no Rio de Janeiro, os aeroportos do Rio tenham movimento de 33.500 passageiros. O número não chega a assustar, e é inferior, por exemplo, à média de movimento na alta temporada de dezembro de 2012 – quando por dia passavam pelos dois terminais cerca de 75.200 passageiros. No entanto, a repercussão de um problema agora, quando os olhos do mundo estão voltados para a cidade, pode ser potencialmente mais desastrosa – ou seja, o Rio quer evitar o fenômeno “imagina na Copa”, que bombardeia a cidade com críticas sempre que uma deficiência é diagnosticada.

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A falha na energia registrada no Santos Dumont, na última sexta-feira, ocorreu, segundo a Infraero, por culpa de uma “oscilação no sistema da concessionária de distribuição de energia”. Os administradores do terminal informaram que, imediatamente, geradores e o sistema de no-break atuou para manter ativos os sistemas essenciais e evitar impactos sobre pousos e decolagens – ou seja, mantiveram operando os sistemas da torre de controle, de navegação aérea, de balizamento de pistas e a iluminação parcial do terminal de passageiros, além dos sistemas de check-in.

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Para evitar os problemas do último verão, que transformaram o saguão do Santos Dumont em uma estufa, a Infraero alugou um terceiro equipamento de ar-condicionado, que reforça a climatização do terminal de passageiros. A partir desta quarta-feira, o Santos Dumont começa a operar com reforço de pessoal de 26% - o que significa passar de 35 para 44 pessoas nas áreas de operações, manutenção e orientação a passageiros permanentemente. Haverá também reforço nas equipes de limpeza e nos balcões de informações.

Galeão – Mais problemático e defasado, o aeroporto internacional é o que demanda mais esforços no momento. A reforma do Galeão, parte do pacote de investimentos para a Copa do Mundo de 2014, só deve ficar pronto às vésperas da competição. Se o cronograma não sofrer atrasos, a previsão é de entrega da reforma em abril do ano que vem. Desde 2011, são feitas melhorias nos terminais de passageiros e revitalização de pistas e pátios de aeronaves, a um custo total de 844,7 milhões de reais.

A partir de amanhã, o Galeão terá 30% de reforço de efetivo – passando de 208 para 271 pessoas nas áreas de operação, manutenção e orientação ao passageiro. Na limpeza, as equipes terão aumento de 289 para 655 funcionários. Os balcões de informação terão 25 operadores revezando-se em regime de 24 horas, para atender turistas estrangeiros em inglês e espanhol.

O ar-condicionado também é uma preocupação no aeroporto internacional. Segundo a Infraero, está sendo instalado um novo sistema no terminal 2. No terminal 1, a modernização do sistema faz parte dos investimentos para a Copa. A reforma de duas torres de resfriamento – orçada em 4,1 milhões de reais – está licitada e deve começar no próximo mês.


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