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TJMT deve gastar mais de R$ 600 mil em reforma para eliminar bactérias


Data: 18-01-2014



Infiltrações estão visíveis no plenário do Tribunal de Justiça
em Cuiabá (Foto: Kelly Martins/G1)

Kelly Martins
Do G1 MT

Fungos e bactérias se instalaram nos plenários do Tribunal de Justiça.
Relatório apontando problema no prédio foi elaborado pela UFMT.



Mais de R$ 600 mil devem ser gastos em parte da reforma emergencial que será realizada nos quatro plenários do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) após a constatação de bactérias nocivas à saúde ocasionadas pela falta de manutenção dos prédios. Ao G1, a assessoria de imprensa do órgão informou que o projeto de reforma está em fase de conclusão e será aberto nos próximos dias para licitação. No entanto, o montante a ser aplicado na reforma poderá ser bem maior pela situação em que se encontra o prédio, como prevê o próprio Tribunal.

O valor deve ser gasto para sanar problemas de infiltrações, instalações elétricas, trocar o revestimento das paredes, piso e limpeza de ar-condicionado, complicadores que culminaram no acúmulo de fungos, ácaros e bactérias prejudiciais à saúde. Como apurou o G1, a situação consta de um relatório emitido por engenheiros e biólogo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que fizeram um estudo no prédio e apontaram a necessidade do reparo emergencial. O laudo foi emitido e entregue à presidência do Poder Judiciário.

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Orlando Perri, admitiu a situação e frisou que o prédio está “condenado”, sendo necessário improvisar alguns ambientes para dar continuidade aos trabalhos. As sessões da Primeira Câmara Cível e da Terceira Câmara Criminal, por exemplo, já estão sendo realizadas no auditório do Tribunal, reformado recentemente. Isso porque as primeiras obras serão realizadas nos plenários 1 e 3, ambientes considerados mais urgentes e prioritários pela condição deles, segundo o órgão. É só entrar nos plenários que as infiltrações estão bem visíveis por toda parte, principalmente nos revestimentos nas paredes.

“Vamos ter que reformar tudo porque eles [plenários] estão condenados por fungos, bactérias altamente nocivas. Já foi realizado um estudo no local e não tem jeito. Nós vamos improvisar plenários e se precisar ocupar todos os espaços, vamos transformá-los em plenários. O jeito é se virar”, declarou ao G1 o desembargador.

Os plenários foram inaugurados em 25 de fevereiro de 2005, na gestão do ex-presidente e desembargador aposentado José Ferreira Leite. Apesar de não se tratar de um prédio antigo, o Tribunal de Justiça confirma que, desde então, nenhum reparo, reforma ou manutenção foi feito. Lá são realizadas as sessões do Pleno, composto atualmente por 29 desembargadores, e as sessões das Câmaras.

Para tentar sanar o problema, o desembargador Orlando Perri informou que a obra de reforma deve demorar no máximo 60 dias. Segundo o Tribunal de Justiça, a intervenção deverá iniciar no dia 20 de dezembro e tem a previsão de seguir ininterruptamente até o dia 20 de janeiro para aproveitar o período em que ocorre o recesso do Poder Judiciário e não há necessidade de interrupção das atividades. Além disso, no mês de janeiro, de acordo com o Tribunal, também não serão realizadas sessões - após solicitação feita pela Ordem dos Advogados Seccional Mato Grosso (OAB-MT) - e os prazos processuais continuarão suspensos.



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