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Ar-condicionado do carro pode ser um risco


Data: 16-02-2014

Em dias de muito calor, hábito de ligar o ar logo ao entrar no veículo pode liberar substâncias tóxicas que ficam no painel


RODRIGO KÄMPF

rodrigokampf@gazetadosul.com.br


Nestes dias de muito calor, tudo fica mais difícil. Andar de carro, então, pode ser um grande desafio se o veículo não tiver um ar-condicionado. Mas, mesmo para aqueles que contam com essa vantagem, existem alguns empecilhos. Se o automóvel ficar estacionado no sol, a temperatura na parte interna se torna quase insuportável. E, para resolver, o motorista geralmente liga o ar no máximo, buscando salvar-se do calorão. Porém, o que muitas vezes não se pensa é que uma mudança tão drástica assim pode representar riscos para o carro e até para a saúde dos passageiros.


O professor de Refrigeração e Climatização Dário da Rosa Cruz, do Instituto Federal Sul-Rio-grandense (IFSul) de Venâncio Aires, analisa alguns desses problemas. Segundo ele, o aumento da temperatura interna do veículo favorece substâncias prejudiciais à saúde que ficam no painel do carro, feito de plástico injetado. “Ligar o ar-condicionado em dias de muito calor pode liberar essas substâncias que seriam inaladas pelo motoristas e passageiros, bem como poeira que possa ter nos sistemas de distribuição de ar”, explica. O professor recomenda, em dias como os da última semana, abrir os vidros e ligar a ventilação por um um a dois minutos, antes de acionar o ar-condicionado.


“Após essa espera, os vidros podem ser fechados e o ar ligado ligado com maior segurança. Lembrando que, enquanto estiver só a ventilação, o motor do veículo não precisa estar ligado”, informa. Apenas é necessário, segundo Dário, utilizar o primeiro estágio da partida. Porém, ao ligar o ar, é imprescindível que o motor esteja funcionando.


Ainda em relação à saúde, o professor recomenda a troca do filtro do ar-condicionado periodicamente. “A limpeza do evaporador, que troca o calor da parte interna, e das redes de distribuição de ar também são importantes, pois esses locais armazenam poeira, bactérias e fungos transmissores de doenças respiratórias”, alerta Dário. Ele explica que o filtro de ar, em condições normais de uso, deve ser trocado a cada 12 meses e a limpeza do evaporador e redes de distribuição deve ser feita a cada dois anos. “O melhor ainda é que esses serviços sejam realizados por empresas especializadas em refrigeração automotiva, evitando danos em outras partes do veículo.”

Fonte: Gazeta do Sul


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Os conteúdos das matérias não refletem necessariamente a opinião do Qualindoor.




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