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Ar-condicionado começa a ganhar espaço nos prédios de São Paulo


Data: 19-02-2014

O verão mais quente já registrado na cidade mostrou que ela não está preparada para as altas temperaturas. Falta estrutura para ar-condicionado.


Edição do dia 15/02/2014

15/02/2014 21h01 - Atualizado em 15/02/2014 21h01


A chuva deu uma trégua ao calorão em São Paulo, mas o verão mais quente já registrado na cidade mostrou que ela não está preparada para as altas temperaturas.

A cortina dá o sinal do refresco nesta temporada de alto verão. Quem não tem vento a favor, tenta ajudar o ar de fora a entrar na sala.

Quem busca temperaturas mais baixas, começa a ocupar as varandas, as floreiras dos prédios de São Paulo, com um corpo estranho à arquitetura dos edifícios. Uma das partes do ar condicionado.

“O nosso cômodo aqui é o mais quente. Bate sol o dia todo nas paredes e, à noite, a temperatura é altíssima. Então, estava impossível de você dormir com esse verão”, afirma a fisioterapeuta Gisele Miletic.

Um lugar ensolarado o dia inteiro é o que quem que vive em São Paulo costuma buscar na hora de comprar um imóvel. E até uns cinco, seis anos atrás não parecia uma prioridade ter um ar-condicionado em casa. Talvez por isso, a imensa maioria dos prédios residenciais de São Paulo não tenha infraestrutura para receber um ar-condicionado.

“Na minha infância, nunca tive nem ventilador. Acho que minha mãe tinha”, afirmou a dona de casa Sílvia Regina Garcia.

As últimas temperaturas do verão, cada vez mais altas, fizeram Silvia mudar de ideia.
“Tem ar-condicionado na casa inteira. Só não tem na cozinha, mas eu ainda estou reivindicando”, completa a dona de casa.

Para cada novo aparelho, é preciso redobrar a atenção com a segurança. O especialista em ar-condicionado relembra o incêndio do edifício Joelma em 1974, quando morreram mais de 180 pessoas. O fogo começou com um curto circuito no ar-condicionado.

“Um aspecto muito importante para a instalação do sistema de ar-condicionado é verificar se no quadro de energia do apartamento existe espaço para instalar essa nova fiação. A segunda coisa muito importante é verificar se o prédio comporta o aumento de demanda elétrica que vai ser originado por esse equipamento funcionando praticamente o dia inteiro nesse imenso calor”, explica o Arnaldo Parra, vice-presidente da Associação Brasileira de Refrigeração e Ar Condicionado.


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Os conteúdos das matérias não refletem necessariamente a opinião do Qualindoor.




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