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De quando se dizia que ar-condicionado matava


Data: 16-06-2014

Foto:MARCELO G. RIBEIRO/JC Na foto - Paulo Vellinho, pioneiro do ar-condicionado na América Latina


por DANILO UCHA | ucha@jornaldocomercio.com.br

Os aparelhos de ar-condicionado, uma novidade do início da década de 1950, foram aceitos com muitas ressalvas pelos brasileiros daqueles tempos. Dizia-se que o ar frio artificial poderia matar. Quem contou isso foi o industrial gaúcho Paulo Vellinho ao ser homenageado pelo Sindicato das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar no Estado de São Paulo, em reconhecimento pela sua contribuição para o desenvolvimento do setor no País. Vellinho foi pioneiro na fabricação de aparelhos de ar-condicionado de janela na América Latina, nos anos de 1950, com a Springer Refrigeração, de Porto Alegre. Além do desafio empresarial representado pela produção de um equipamento, então inédito, a empreitada também exigiu um esforço de marketing para superar o preconceito da população contra a novidade. “As pessoas viam o novo aparelho como um risco à saúde, capaz de matar criancinhas, idosos e cardíacos”, lembra o empresário.


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