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Bactéria mutante evita processo inflamatório generalizado


Data: 21-01-2016

21/01/2016
Com informações da Agência USP


Sepse

Pesquisadores brasileiros encontraram uma nova forma de atacar a sepse, mais conhecida como infecção generalizada.

A sepse, que na verdade é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo, produzidas por uma infecção, é a principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

A equipe do professor Dario Zamboni, da USP em Ribeirão Preto, conseguiu identificar e testar uma proteína que é capaz de enganar o sistema de defesa e impedir o início do processo inflamatório. O que vale dizer que o organismo não reage à sua infestação.

Coxiella e Legionella

A nova molécula, chamada IcaA (do inglês Inhibition of caspase activation), é produzida pela bactéria Coxiella burnetii, causadora de um tipo de pneumonia muito comum entre cuidadores de animais. A bactéria utiliza a IcaA para inibir a ativação do sistema imune.

É uma bactéria muito agressiva, com apenas uma delas sendo capaz de infectar e adoecer uma pessoa, ao contrário da maioria das outras bactérias, que só conseguem contaminar um organismo humano quando milhares delas invadem o corpo.

Enquanto a Coxiella neutraliza a ação de defesa do sistema imunológico, a Legionella pneumophila (também causadora de um tipo de pneumonia em humanos) reage de forma totalmente diferente, ativando o sistema de defesa. E a molécula IcaA é uma das proteínas que a Coxiella utiliza para inibir a ativação do sistema imune.

Bactéria mutante

Através de engenharia genética, o gene que codifica a proteína IcaA na Coxiella foi então introduzido em outra bactéria, a Legionella pneumophila, também causadora de um tipo de pneumonia em humanos, mas que adota a estratégia oposta, ativando o sistema imune.

O resultado foi a obtenção de uma bactéria Legionella mutante que passou a produzir a proteína da Coxiella (a IcaA) e, ao contrário do que fazia antes, começa então a inibir a inflamação.

O professor Zamboni acredita que a descoberta da função da IcaA deve abrir portas para o desenvolvimento de uma droga "que utilize os princípios da proteína IcaA para inibir doenças inflamatórias, como por exemplo a sepse".



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