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Imposto no bolso dos outros é refresco


Data: 03-06-2016

Por: Bruno Garschagen em 01/06/16 17:43



Se a senhorita comprar um batom numa loja ou farmácia, saiba que mais da metade do preço (55%) é de impostos.

Se o cavalheiro decide beber uma cerveja, saiba que mais da metade do preço (56%) é de impostos.

Tomar um café? Vai pagar 20% de impostos.

Arroz com feijão para o almoço? São 17% de impostos pagos em cada produto.

E se calor do verão estiver insuportável? Vai pagar 34% de impostos no ventilador e 48% no preço do ar condicionado.

Esses são alguns dos impostos pagos por cada um de nós quando compramos esses produtos. E os demais tributos que pagamos ao longo do ano? Somam 41,80% da riqueza que cada um de nós produz. Isso significa que quase a metade do que produzimos ao longo de um ano fica com o governo (federal, estadual municipal). Se você, por exemplo, tiver uma receita bruta de R$ 100 por ano, o governo tira R$ 41,80 e você fica com R$ 58,20.

Para sustentar essa expropriação estatal, somos obrigados a trabalhar cinco meses num ano, de janeiro a maio, só para pagar tributos, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. Tributos que também financiam, por exemplo, serviços de saúde, de ensino e de segurança estatais de péssima qualidade e, claro, esquemas de corrupção como o mensalão e o petrolão. É somente a partir de hoje que poderemos usufruir como quisermos do fruto do nosso trabalho.

O complexo e guloso sistema tributário brasileiro é altamente democrático: prejudica a todos sem distinção de cor e renda. Os pobres são ainda mais prejudicados porque não só pagam impostos escorchantes por tudo aquilo que consomem e contratam, mas são impedidos de ter acesso a produtos (alimentação, vestuário) e serviços (ensino, saúde) de menor preço e maior qualidade em virtude dos altos impostos que recaem sobre nacionais e importados.

O problema da tributação não é novo nem se restringe ao Brasil. No século XVII, Jean-Baptiste Colbert definiu tributação como a arte de "depenar o ganso de modo a obter o máximo possível de penas com o mínimo possível de grasnido". No século XVIII, Benjamin Franklin asseverou que as únicas certezas deste mundo eram a morte e os impostos. No século XIX, José Bonifácio de Andrada e Silva alertou que "nenhuma nação sobrecarregada de impostos é própria para grandes coisas". No século XX, Winston Churchill afirmou que "uma nação que tenta prosperar à base de impostos é como um homem com os pés num balde que esforça-se para levantar puxando a alça".

No século XXI, digo eu, a tributação é um instrumento eficaz para punir a prosperidade e prejudicar os mais pobres – ao contrário do que dizem os políticos e todos aqueles que gostam de ser depenados.

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Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/sem-mimimi/imposto-no-bolso-dos-outros-refresco-19418835.html#ixzz4AWdtTl7O


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