Facebook
Busca
Notícias
Incêndio atinge prédio comercial na Zona Oeste de SP

Veja mais...

Primeiros Resultados da Nova Lei do PMOC

Veja mais...

Guia para Inspeção
Área Restrita
E-mail:   Senha:  

Alergias respiratórias aumentam na primavera. Entenda por quê


Data: 08-10-2016



A primavera chegou e, com as flores, vieram as alergias respiratórias. O aumento da polinização do ar, a poluição e a falta de chuvas são fatores cruciais que prejudicam as vias respiratórias. O presidente da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), José Carlos Perini, tira as principais dúvidas sobre formas de prevenção e tratamentos. Veja a seguir

*Colaborou: Talyta Vespa, estagiária do R7
Foto: Thinkstock


Especialista explica como evitar os malefícios da polinização do ar

A chegada da primavera não marca apenas a volta das flores às paisagens das grandes cidades, mas também o aumento das alergias respiratórias principalmente nas populações dos Estados do Sul e do Sudeste. O tempo seco e o aumento da polinização do ar são as principais razões pelas quais isso acontece.

Segundo o presidente da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), José Carlos Perini, a região Sul e o Estado de São Paulo são os principais prejudicados pelo aumento da polinização do ar — que ocorre porque, nessas regiões, as plantas são sazonais e só florescem na primavera. Nos outros lugares do Brasil, a polinização ocorre durante todo o ano.

— Além do aumento da polinização, os meses da primavera marcam uma transição climática entre o fim da estação mais fria do ano e a chegada do verão. Por isso, nesse período, podemos ter dias muito frios, outro muito quentes. E até mesmo mudanças bruscas de temperatura em um único dia.

A pouca chuva, característica da primavera, também é um problema, uma vez que a umidade do ar fica prejudicada. Por isso, ficar em ambientes fechados por muito tempo, principalmente se o ar condicionado estiver ligado, compromete ainda mais as vias respiratórias.

Alergias respiratórias na primavera? Saiba o que são e como evitar

O especialista explica que há hábitos do dia a dia que influenciam diretamente na propensão a desenvolver essas alergias, como por exemplo a escolha da própria casa. Morar próximo a vias não é indicado, uma vez que o trânsito é uma grande fonte de poluição.

— Quem mora em centros urbanos deve optar por casas que fiquem distantes das vias e próximas a parques ou locais bastante arborizados.

Além disso, se for escolher um prédio para morar, quanto mais alto for o andar, melhor. Isso porque quanto mais distante estiver do solo, menos contato com a poluição.

Prevenção no dia a dia

É claro que nem sempre é possível optar por moradias distantes das vias, ou prédios altos para morar. Por isso, para tentar amenizar os efeitos da primavera nos centros urbanos, há algumas medidas preventivas importantes. Perini explica:

— Umidificar o ambiente pode ser uma opção para evitar problemas respiratórios quando o ar estiver muito seco. O umidificador elétrico é o aparelho mais indicado, mas uma toalha molhada pendurada no quarto também pode ajudar.

Aumento das alergias respiratórias

Segundo a ASBAI, as alergias respiratórias começaram a aumentar a partir dos anos 1950, com o surgimento da televisão. Perini disse que isso ocorreu porque as pessoas começaram a passar mais tempo dentro de casa.

— Quando a tecnologia começou a fazer parte do cotidiano das pessoas, elas começaram a sair menos de casa. O pouco contato com o ar livre aumentou os índices de alergias respiratórias entre os brasileiros.

*Colaborou: Talyta Vespa, estagiária do R7


Para maiores informações Clique aqui

Os conteúdos das matérias não refletem necessariamente a opinião do Qualindoor.




Voltar
ABRAVA - Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento
Qualindoor - Departamento Nacional da Qualidade do Ar Interno

    Av. Rio Branco, 1492, São Paulo, SP, CEP 01206-001, Fone (11) 3361 7266