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Setor de construção estimula ganhos na bolsa brasileira


Data: 22-07-2011

Duas coisas norteiam os negócios hoje. Lá fora, o acordo dos líderes europeus. Aqui, a decisão do Copom, disse Eduardo Oliveira, operador da Um Investimentos.

A Zona do Euro planeja prolongar por no mínimo 15 anos a duração de seus empréstimos aos países resgatados (Grécia, Irlanda e Portugal) e reduzir a taxa de juros exigida de 4,5% a 3,5%.

Internamente, destaque para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) na noite de ontem.

Assim como esperado, os membros do Copom optaram por mais uma elevação da taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, levando-a para 12,50% ao ano. A decisão foi unânime e sem viés.

Com este aumento, o BC passou uma interpretação para alguns agentes de mercado de que o ciclo de aperto foi encerrado, disse Oliveira.

Diante disso, o Ibovespa avançava 1,81%, aos 60.189 pontos. O giro financeiro rondava os R$ 2,894 bilhões.

Os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) subiam 1,39%, enquanto a alta das ações da Vale (VALE5) era mais limitada, a 0,20%.

Além do suporte das blue chips, a valorização do índice paulista tinha amparo do setor de construção, financeiro e consumo, refletindo a decisão do Copom, considerou Oliveira.

Entre as ações que compõem o Ibovespa, as ordinária da Gafisa (GFSA3) lideravam os ganhos, com alta de 5,92%, a R$ 7,52.

Em seguida, os papéis da Rossi Residencial (RSID3), Cyrela Realty (CYRE3) e MRV (MRVE3) subiam 4,95%, 4,84% e 4,57%, respectivamente.

No setor financeiro, as ações do Bradesco (BBDC4) avançavam 3,26%, assim como os papéis do Santander (+2,55%), Banco do Brasil (+2,29%) e Itaú Unibanco (+1,95%).

No mesmo sentido, os papéis da Lojas Americanas (LAME4) e Lojas Renner (LREN3) apreciavam 1,99% e 1,93%, nesta ordem.

Nos Estados Unidos, permanecem as preocupações com dívida pública, mesmo com o presidente Barack Obama demonstrando apoio à proposta bipartidária que prevê o corte de US$ 3,7 trilhões no orçamento do governo, contrapartida para que o teto da dívida seja elevado.

Os investidores temem que não haja tempo hábil para implementação do acordo antes de 2 de agosto, quando o governo americano ficará sem recursos para honrar seus compromissos.

Com esta indefinição e balanços corporativos positivos, indicadores econômicos ficaram em segundo plano.

Por lá, o índice Standard & Poors 500 subia 1,21%, para 1.341,85 pontos. O índice Nasdaq, termômetro de tecnologia, apreciava 0,68%, para 2.833,28 pontos. Já a referência da Bolsa de Nova York, o Dow Jones, ganhava 1,09%, aos 12.708,40 pontos

Câmbio

No mercado de câmbio, o dólar marcava queda de 0,38% em relação ao real, cotado a R$ 1,5530 na compra e R$ 1,5550 na venda.

Fonte: Brasil Econômico



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